Toda solidão é acompanhada de pensamentos,
nem sempre esses são os mais agradáveis,
e quase sempre são auto destrutivos...
Veja bem que a solidão super combina com uma garrafa e vinho e cigarros pelo chão,
telefonemas confusos na madrugada e horas sentada na frente da televisão,
sempre caos e confusão.
Solidão é uma estrada de duas mãos.
Avenida que corre sem meio fio,
distância que não se mede.
E ela alimenta o tempo que se gasta,
ajuda na escrita ruim, nas tarefas da casa
e faz companhia na hora de deitar a cabeça no travesseiro
e, com alguma esperança, sonhar.
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