Talvez por pouco, bem pouco ainda me contenha diante de tamanha distração.
Nunca sei ao certo os motivos que me levam a crer em alguma possibilidade futura,
mas é fato que não fico normal, não penso claramente, muito menos meço gestos e palavras.
O contato é deveras provocativo e as palavras saem como sopros de vento pelo ar.
Sussurros. Leves. Contidos. Quase suplícios de desejo.
Será que sou uma pessoa ruim? Será que faz mal querer tanto assim?
E os porquês eu já nem sei! Será que um dia saberei?
Por enquanto permaneço só... indo e vindo em um passeio meio à contra mão.
Do lado de cá tudo parece menos complicado e confuso...
do lado de lá só incógnita, desconforto e abstração.
Um comentário:
Seus textos me lembram muito algumas crônicas de Clarice, porém bem mais emotivos e subjetivos. Parabéns..
Luiza.
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