Já são tantas as memórias que, na vida que corre, não sabe mais o que viveu.
Diante das fotografias expostas, dos livros manchados, bilhetes guardados e lugares esquecidos
se põe a pensar nos dias que se foram e não voltarão jamais.
Nostálgico e retórico o desejo de lembrança.
Mas viciante, assim como umas músicas que anda ouvindo recentemente.
O gosto do passado já não é tão amargo e sentir o cheiro confortante do antigo
faz lembrar a verdadeira identidade.
Marisa há tempos que não tem um sonho feliz.
E acalma suas inquietações com paisagens extrangeiras, vagando pelo mundo,
em busca de novo lares para novos feitos,
novas vidas e costumes.
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