No fim das contas eu acabo aqui, na iminência de roer as unhas, sentada na janela, pensando na vida, cansada das minhas aventuras de todo dia, minhas paixões efêmeras, meu cotidiano ansioso e auto destrutivo.
Fico com um nó na garganta, uma vontade de break free sem saber como.
E chorar já não faz parte desse retrato, porque de nada adianta se lamentar das coisas da vida.
Difícil é aprender com os erros, seus e dos outros.
Muito mais difícil é lembrar de que não importa quantos erros você cometa,
certas coisas nunca mudam.
Então mesmo que eu continue cometendo erros bobos e morrendo de medo das perspectivas do futuro, ficarei por aqui, fazendo as honras para quando a realidade chegar e eu tiver que viver de fato, sentir de verdade e não mais projetar imagens de algo distante.
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