segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

as cinco da tarde.
a hora do silêncio da alma.
mergulhada na sina, no carma,
sozinha estou
e na madrugada que chega,
nenhuma estrela me ilumina,
só o luar cansado
querendo trégua,
noites eternas
de ruas vazias.




* desilusão, danço eu dança você na dança da solidão*

Um comentário:

Carol Freitas disse...

solidão palavra
que amarga no coração...

ê, amiga...
:*

fica bem!